O ídolo dos anos 90, Sub-Zero, famoso por seus poderes congelantes e inimigo mortal de scorpion (que morreu em 97 de cancer do pulmao, depois de anos cuspindo fogo), anunciou su visita ao brasil no mes de agosto.
"estou muito feliz de poder visitar o brasil, com certeza será o ponto alto da minha turnê. Sei que o clima lá é quente e isso pode atrapalhar um pouco meus poderes gelados, mas creio que tudo sairá bem. Minha maior expectativa é conhecer Lindomar, o Sub Zero brasileiro".
Sub-Zero aposentou-se do mortal kombat em 2001, e desde então ganha a vida fazendo esculturas de gelo no Natal. Ao lado de Reptile, está fazendo uma turnê mundial em memória aos tempos do mortal kombat. Quando indagado sobre o passado envolvendo suas rixas com scorpion e sua história confusa de parentesco com Liu Kang e Kung Lao, ele respondeu:
"prefiro não remoer o passado. O Scorpion era um cara esquentado, não aceitou muito bem a chegada do reptile. Mas não guardo rancor, afinal ele tambem foi parte importante do meu sucesso. O que seria do azul sem o amarelo? Hoje vivo outra fase e prefiro pensar no bem estar dos meus fihos, kelvin e celsius. A historia do Liu remonta aos tempos do oriente antigo, quando fomos em uma expedição guiada pelo Raiden - o teleporte dele nos poupou uma boa grana em passagens -, o Liu kang gostava de ser o pop star sabe, imitava o bruce lee e soltava gritinhos. Acabamos nos envolvendo em um triangulo amoroso com a Chun Li que encontramos num crossover Capcom x Acclaim, e situaçao se complicou. Mas como eu disse, isso tudo é passado".
Os ingressos para ver o show de Sub Zero e seus amigos custam 20 reais no site oficial do ninja.
23.5.07
Sub-Zero vem ao Brasil em Agosto
22.3.07
iNovation

(ou: considerações sobre a Apple e por que Steve Jobs merece o título de Guru)
Na onda que está por vir, da nova geração de telefones celulares, muito têm-se criticado a Apple.
Jobs teria se precipitado ao anunciar o seu produto com tanta antecedência, o que pode - e vai - dar tempo para a concorrência analisar o produto e preparar o seu contra-ataque com mais recursos. Isso tudo é verdade, mas Steve foi além de simplesmente querer lançar o melhor telefone do mercado, tecnicamente falando. Ele tomou a iniciativa e de cara manteve uma tradição da Apple - ser a vanguarda da tecnologia.
Afinal, de quem estamos falando agora? do iPhone. Que outro telefone como este você conhece? Pois é. 'Ah, a sony vai lançar um melhor que o iPhone'. 'Ah, a Google promete um para 2008 que vai deixar o iPhone no chinelo'. Isso tudo pode acontecer, mas já não é o que interessa. O iPhone tornou-se o termo de comparação, e esta é a vitória. Todas as promessas do que vêm por aí, serão inevitavelmente comparadas com o iPhone, da Apple, que foi pioneira e criou mais um objeto de desejo que todos vão copiar e tentar superar. Nessa tentativa, os concorrentes ficam presos ao desafio lançado pela Apple, e abrem mão de criar o seu próprio desafio, sua própria inovação.
Em vez de reservar seu lugar no mercado por um ou dois anos, a Apple reserva um lugar na história. Seus produtos, mais que simples aparelhos, ficam eternizados como pivôs das guinadas sócio-culturais. A essa altura já não importa mais, para Steve Jobs, se o Gphone da Google vai ser melhor que o iPhone. Este jogo já está ganho e, enquanto todos disputam o segundo lugar, Jobs provavelmente já está planejando o seu próximo lançamento, algum outro gadget que mudar - para melhor - a forma como as pessoas vêm fazendo alguma coisa até hoje. É disso que se trata a Apple, inovação, reciclagem dos paradigmas.
Por tudo isso, a apresentação oficial do iPhone não poderia ter sido melhor. Steve jobs recapitulou os grandes lançamentos da Apple, começando pelo Macintosh, a revolução dos computadores de desktop (e ao qual Bill Gates deve agradecer muito por ter tido a chance de copiar e ficar rico); depois, mostrou o iPod, a revolução da música. E, finalmente anunciou o lançamento de 3 novos "devices": Um celular, um iPod, e um "negócio de acessar a internet". Detalhe: tudo em um só, que cabe no seu bolso.
Não é à toa que entre todos os CEO's da tecnologia, Steve Jobs seja o único reconhecido - e merecido - Guru.
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Seriedade em excesso é inimiga da inovação, e com karma não se brinca
Steve merece o título porque foi posto à prova e provou. Fundou a Apple nos anos 70 com um perfil de empresa totalmente diferente, inovador até para os parâmetros de hoje. Tudo isso que a Google faz hoje em dia, o ambiente de trabalho descontraído, a forma de selecionar funcionários pela personalidade e não pelo curriculum vitae, a Apple já fazia. A Google está repetindo a fórmula, com sucesso.
Steve tomou várias rasteiras no seu negócio e isso mostra que o cara não está mesmo muito aí para as burocracias e sim pela inovação, ás vezes incorrendo até em ingenuidades. Em vez de CEO, Steve era mais adepto ao LSD. À là George Harrison, curtia mantras e krishnas, e sua empresa era o que podemos chamar de uma "comunidade hippie capitalista".
A primeira rasteira ele tomou de William Gates III, que não era nenhum rei da escócia, era o rei dos nerds mesmo, conhecido como Bill Gates. Todo mundo sabe, A Apple lança o Macintosh, com sistema operacional de janelinhas e mouse, Gates vai lá, copia tudo, rebatiza como Windows e fica rico.
A segunda rasteira foi quando Jobs contratou o CEO da Pepsi-Cola: "Você quer vender água com açúcar para o resto da vida, ou quer revolucionar o modo como as pessoas vivem?" Dois anos depois o tio da Pepsi demite o próprio Steve Jobs da Apple.
A Apple precisava se tornar uma empresa séria! Este mesmo termo, "sério", foi usado antes pelos engravatados da IBM ao dizer que "nenhuma empresa séria vai usar um sistema operacional baseado em janelinhas e no uso de uma coisa chamada mouse". Steve provou o contrário.
Ninguém acreditava mais na hippiepshychobabble que o Steve estava mergulhado, mas o peso do karma levou a Apple quase à falência desde a saída do Steve.
Em 1995 Steve Jobs volta aclamado à Apple. De cara, surge o iMac. Aquele computadorzinho que não tinha disquete e parecia ser só um monitor com teclado. Depois vem iBook, i-isso, iAquilo, iPod, iPhone. Steve impôs seu respeito.
O outro Steve
Muita seriedade trava a criatividade, mas alguém precisava segurar as pontas quando Steve estava viajando (em LSD ou para a Índia). Para isso a Apple desde o inicio, desde a garagem, conta com um cara que não leva muitos méritos, mas tem tanta participação e importância quanto Jobs.
Steve Wozniack, a.k.a. "the other Steve". O outro Steve sempre foi fiel ao Guru, e foi ele quem o trouxe de volta à Apple em 95.
Viva a Old School. Viva os Steves. Que a Google aprenda com eles e não nos decepcione.
1.2.07
Ah... Se as minhas maracas falassem!
Pablo Juan Elveira.
28 anos.
Publicitário.
Prefere foto P/B.
Bom de garfo.
Não dispensa a sobremesa.
Marlboro.
Cerveja.
Maria Concepción Morientes.
32.
História antiga.
Gosta das coisas no lugar.
Não come carne.
Prefere frutas.
Só os que lhe oferecem.
Cerveja.
Silvia Prado Bilmar.
24.
Nada ainda.
Dorme de bruços.
Filet, sem gordura.
Frutas, ou chocolate.
Carlton.
Cerveja.
Valparaíso, Chile, quatro da matina, num bar...
_ Bueno, entonce me voy.
_ Ciao!
_ Ciao!
(... melhor que falem português ...)
_ Garçom, uma cerveja mais, para estes que restam na mesa!
_ Mas me fala uma coisa mais Maria, o que tem a ver com Apolo o tal chifre?
_ Tem algo com a infância dele. Mas certo é que é o chifre da cabra que alimentou Zeus em sua infância.
_ O que eu já sabia é que simbolizava riqueza de recursos, principalmente naturais.
Falavam de mitologia, enquanto o assunto não mudava. Pablo não era chegado a forçar a barra.
_ Era como o Sampo da mitologia Finlandesa.
_ Outro corno que trazia fortuna?
_ Não, era um artefato mágico. Algo como a Antikithera, uma máquina computacional analógica.
_ Hm... Os finlandeses viam a fortuna em um computador... Bem avançada civilização.
_ Era uma calculadora mecânica da posição dos astros. Lhes parecia mágica é provável.
_ E qual era a fortuna que isso lhes trazia?
_ Sucesso agrícola creio.
_ Era um relógio?
_ Não exatamente. Media a posição dos astros em relação ao tempo.
_ Hm... Tem cerveja ainda nessa garrafa?
_ Acho que não.
A situação ia de mal a pior. Pablo já desistira, resolvera aprender um pouco mais de mitologia.
_ Apolo foi alimentado por uma cabra, como Rômulo e Rêmulo foram por uma loba?
_ Mais ou menos. Ele foi criado por Amalthea, que o alimentava com o leite da dita cabra.
_ Leite de Cabra... Não gosto muito, é forte e meio azedo no fim, sabe aquele gosto que vem depois.
_ Sei, o retrogosto. Não sou muito chegada a leite de cabra também. É bom em algumas receitas, mas puro não costumo tomar. Acho que Apolo não tinha muita opção.
_ Eu tomaria uma cerveja.
_ Eu também.
_ Garçom, mais uma!
Seguiam conversando assuntos demasiado pesados para uma hora dessas no bar.
Continua...
30.1.07
prenúncia de revolução no voluptuoso reino de Borgonha Malagosta e Butantan
o cão de rinha da alteza
investiu balrroarbuciarrando salivas ornamentais
volutantes pela bocarra fatal
ignóbilmente contra o bufão-farrão
que a maltempo de maquiar uma lágrima
azul sobre a face branca de merengue triste
dos palhaços atrás das máscaras
mergulhou no truque do bolso furado
e ressurgiu com graça congelada e flutuação fingida
para a realeza com importância diminuída.
Folhafarrinhou pelos cantos do castelo
de volta ao aposento quatrocentosetidecimo
da ala suspirosa de alegria lânguida das
formigas do submatriz do reino do rei Godo Facilis.
As vassouras vixisquivispalham a pó eira para as beiras
do esgueirador de pedra mui quente de gelada
antes dantesquemelivre que o rei vem chegando
a passalgantes largos e tumbantes na alma delharrebanhadas
a estrutura invisivel por tras da rocha crua do
reino de Borgonha, croquitelê de infinitos corpos vazios
magros e sempre enviezados mas com olhos afiados que não se deixam
enganar, por mascaras de alecrim ou gordas de tenores risadas reais
embebidas a vinhosíssimas bebidas duvapura dos jardins afins.
A espigosa chanfra da rainha desperta culpados olhares
reflexiveis nos tornambulantes do palhal, volta e meia e mais um
pouco de passagem necessariamente indesejada efeméride aos
memorandos ààà Áltezíssima magnificência esplendorosa del Rhey.
A rúbia rainha tem seus ocultos saborrores nos currais meliante
as bestas escravas e reluzentes de toscana. Esconde a vergonha com mais
pó de arroz, rapé se for para o rei, que bebe mais vinho e estremece
o chicote da quarta mão que não é a de cortar o pão
a quem ousar frufoar pelos entrecantos do eregido.
Sobre os prodigios do rei e dos movimentos à noite e abaixo,
muito abaixo das camadas de cetim, pó de arroz e ouro
a lição que aprendeu o gargalhão constrangilizado alecrim-xaxim
do cálido sorriso e cínico se o quiser duradouro onírico
mas não perde por ociar abostado no pol-trono do altar
o Gran Regis de Malagosta e Butantan, hei de chegar a cavalgadires
de trumpetas e bandeirolas, em bloco orgulhoso soldadins pasquins
à prévia cochichância do complô com elgazias, o velho da torre
E suas misturisticas canpoções calafrias e funestosas efetivas ditas
O underground indifere e segue o tráfego de palha pra lá e ervas pra cá
e o palhaço choquefeito quer achar o seu lugar
pois nao sabe o magimundo o seu profundo embaralho
e dança nos jardinscolores a criança dos amores reais
até que rompe a corda de cerbero dos horrores serviçais.